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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

NOFX - White Trash, Two Heebs And A Been [1992]

Trabalho de maior sucesso do NOFX, banda californiana dos anos 80. Lançado em novembro de 1992, foi o primeiro a não ser produzido por Brett Gurewitz, compositor e um dos pilares do Bad Religion, embora lançado pela gravadora de Brett, ele não teve muita influência neste disco. Esse trabalho marca um passo importante: a estreia de El Hefe, novo guitarrista, responsável pela mudança dos padrões do som da banda.

A grande qualidade de bandas do nível do NOFX é o orgulho e fidelidade à música alternativa, rebeldes e anticomerciais, fazem o que querem, independem de vontades alheias e más influências que destroem a reputação das bandas punk.
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Rancid - ...And Out Come The Wolves [1995]

O auge do sucesso do Rancid foi em 1995, com o exitoso ...And Out Come The Wolves , mostrando toda a essência da banda que seguiu a tendência de incluir novas sonoridades no punk rock. Este disco formou a tríade de trabalhos que são responsáveis por uma nova linha do punk dos anos 90 pra cá, junto com "Dookie", do Green Day e "Smash", do Offspring, foram marcantes discos da década antepassada.

Incrivelmente diversificado, ...And Out Come The Wolves, traz de volta as raízes da antiga banda de Tim Armstrong. Muito bom!
Destaque principal: "Ruby Soho"
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Rancid - Rancid [1993]

Anos 90, Califórnia, de lá saíram os principais nomes de bandas punks que se conhece, celeiro muita atitude e muita diversidade. E é de diversidade que viveu a nova geração de "rebeldes sem causa" dos anos 80 e 90, e o Rancid é um belo exemplo disso. Nascidos no início da década antepassada fazem parte da nova geração do punk rock voltada cada vez menos para o engajamento social e menos "fiéis" as raízes. Nem sempre isso é ruim, os caras são a exceção à regra.

Som mais dissolvido, misturando elementos da música latina, ska e hardcore, os caras surgiram com o primeiro disco em Maio  de 1993, seguindo de frente com o ascendente sucesso do grunge nos EUA, buscaram fazer barulho sem aquele grande impacto que o estilo tinha nos anos 70 junto com nomes como o Green Day, este sim, não são exceção. Gostos a parte, segue o debut do Rancid.
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Download: Rancid - Rancid

Bad Religion - No Control [1989]

Quarto álbum de umas das maiores bandas de punk rock dos anos 80, tarimbados na música underground, o Bad Religion teve a carreira marcada por grandes momentos de inspiração e outros nem tanto, meio irregulares na década de 90, mas sempre com um hit ou dois entre os seus trabalhos. No Control, de 1989, segue mais rápido e intenso que o seu antecessor, "Suffer", este bastante respeitado entre os maiores êxitos do punk rock na história, só que ao contrário desde, No Control foi bem mais sucedido comercialmente chegando a marca de 60.000 cópias vendidas.

"Big Bang", "No Control" e "I Want to Conquer the World" são as preferidas desde clássico.
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Download: Bad Religion - No Control

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Dead Kennedys - Fresh Fruit for Rotting Vegetables [1980]

Seguindo a linha dos clássicos apresento outro marco importante tanto da fase revival do punk quanto do punk tradicional, o disco de estreia da banda norte-americana Dead Kennedys que "aterrorizou" as famílias conservadoras durante a década de 80. Com um passado marcado por brigas, dorgas, muitas polêmicas e alguns processos judiciais nas costas, o Dead Kennedys se mantém em evidência até hoje como símbolo da insatisfação social  contra o conservadorismo e a repressão que assolava a época, os Kennedys se confundem com a história do renascimento do punk tamanha é a sua identificação e influência no meio.

Letras que criticavam duramente a sociedade da época com muita raiva, sarcasmo e agressividade consolidaram Jello Biafra como um anarquista influente em uma sociedade que precisava ser sacudida. Estúpido de cabo a rabo!


YM
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Bad Brains - Bad Brains [1982]

Aqui vai uma das obras primas do punk rock, um verdadeiro clássico e um dos pilares do estilo predominante nos anos 80 e 90, o hardcore. O Bad Brains é considerado um dos mentores dessa variação do punk (disseminação) setentista e incorporou novos elementos e influências ao velho esquema dos três acordes as batidas de reggae e funk já consagradas pelo Clash. Essas influências eram tão latentes que acabaram por rachar o grupo entre os que seguiriam tocando punk rock e os que queriam o reggae como como base da banda. Letras com a agressividade já conhecida, riffs rápidos e apresentações ao vivo marcantes marcam a trajetória dessa expressiva banda dos anos 80. Fuck UP!
Banda de negão que faz rock pra ninguém botar defeito!

YM
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Download: Bad Brains - Bad Brains

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

The Clash - London Calling [1979]

London Calling, ou "O chamado de Londres" é o terceiro trabalho de estúdio do Clash e foi lançado em 1979. Um disco incomum na cena punk dos anos 70 tanto pela genialidade dos músicos explorada ao extremo quanto a diversidade de sons que ele puseram a prova em um resultado que até hoje é tido como marco da música nos anos 70, uma verdadeira obra-prima que só se vê de tempos em tempos. 

Experiências com várias sonoridades como reggae, ska, rockabilly, blues, jazz e pop, até então jamais usadas por bandas punks fizeram de London Calling um divisor de águas da época e um disseminador do estilo que, esmiuçado em trocentas partes, foi apresentado ao grande público. Uma parte positiva do processo de "descriminalização" (pelo menos era assim que a tribo era vista antes desse disco) que abriu outras possibilidades, inclusive possibilidades negativas como a banalização do termo "punk" e o fim da fidelidade do som e atitude tão endossadas lá nos anos 70.

Um dos maiores discos de todos os tempos de onde saíram alguns dos hinos mais conhecidos da banda como "London Calling", "Death or Glory", "The Guns of Brixton" e "Train in Vain". 

YM
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domingo, 4 de dezembro de 2011

Social Distortion - Sex, Love and Rock N' Roll [2004]


O Social Distortion, ou Social D para os mais chegados é o tipo de banda que apesar da longa quilometragem continua em plena ascensão, digamos, é um processo digno de poucas bandas que na maioria ou trilham por caminhos tortuosos ou pior, caem no ostracismo, eles estão entre os poucos, façanha maior ainda para uma banda de punk rock.

Ah, nosso querido punk! Muitos dizem que morreu, sem nomes que representem a "categoria" estaria condenado ao exílio imposto pelas gerações seguintes. O punk não foi enterrado com Strummer ou Sid Vicious, tampouco com o querido Joey, o punk continua vivo, meio mutante mas ainda independente como deve ser. 

Essa mutação ou processo contínuo de evolução fazem do Social Distortion melhores a cada álbum, o tipo de banda que quanto mais envelhece mais tem a oferecer. Comparado a época de "Mommy Litlle Monster", o disco "Sex, Love and Rock N' Roll" mostrou como o punk pode se manter vivo e agradar sem jamais perder a sua identidade (vide TROCENTAS outras bandas que "trairam o movimento"). O som encorpado, maduro e as maravilhosas letras de Mike Ness e cia. trazem a sensação que nada mudou. E nem morreu.

YM.
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Segue Sex, Love and Rock N' Roll.
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